Facebook é uma Ferramenta de Vigilância do Governo.

A capa da edição da revista The Economist desta semana é sobre a crise na reputação da gigante de mídias sociais, o Facebook. No ano passado, rumores indicavam que Mark Zuckerberg poderia concorrer à presidência em 2020 e liderar o país mais poderoso do mundo: os EUA. Atualmente, o fundador do Facebook luta para mostrar que é capaz de liderar a 8ª maior empresa listada do mundo ou que qualquer um de seus 2,1 bilhões de usuários podem confiar nela.

Crise na Privacidade

Todos nós sabemos que o Facebook não é exatamente uma plataforma que se preocupa com a privacidade de seus usuários — a companhia de Mark Zuckerberg costuma vacilar bastante nesse quesito. Recentemente, por exemplo, ela passou a anunciar um app gratuito de VPN que, posteriormente, foi descoberto como sendo uma verdadeira ferramenta de vigilância da rede social para coletar informações de navegação dos internautas (sendo capaz, inclusive, de continuar coletando dados mesmo quando não estiver sendo usada).

O Facebook é acusado de, em seu aplicativo oficial para smartphones, utilizar o microfone do seu celular para ouvir suas conversas, oferecendo publicidade direcionada na sua timeline. Por mais bizarra que seja, essa linha de pensamento faz sentido: essa seria a única explicação para aqueles momentos em que você comenta com alguém sobre determinada marca de roupas e, logo em seguida, começa a ver anúncios daquela grife enquanto navega na rede social.

Só para você ter uma ideia do que está acontecendo, por causa disso, o Facebook perdeu mais do que toda a capitalização de mercado da Tesla nos últimos dois dias.

Motivo da perda de capitalização de mercado

As notícias da mídia mainstream progressista de que a Cambridge Analytica, uma empresa vinculada à campanha do presidente Donald Trump em 2016, obteve dados de 50 milhões de usuários do Facebook de maneiras duvidosas, e possivelmente ilegais, provocaram uma tempestade na gigante de tecnologia.

A informação sobre o vazamento de dados foi divulgada no sábado (17) pelo The New York Times e pelo jornal britânico The Observer e confirmada pelo próprio Facebook, que suspendeu a conta da empresa de análise da rede social. Segundo o Facebook, a Cambridge Analytica violou normas da rede social ao arquivar dados de usuários por anos e ter mentido ao informar que as informações teriam sido destruídas.

Vale lembrar que nas outras eleições, a campanha de Barack Obama teve um papel digital de destaque e o Facebook foi usado de forma sofisticada para alcançar eleitores. Ainda assim, Obama tinha permissão para obter dados sobre amigos das pessoas, ao contrário dos indícios conhecidos na última semana sobre a campanha de Trump.

Na quarta-feira (21), Zuckerberg quebrou o silêncio e disse que a maior rede social do mundo “já cometeu erros” e admitiu a possibilidade de introduzir mudanças que farão com que seja cada mais complexo reunir informação sobre os usuários e seus perfis. “Eu fundei o Facebook e sou responsável por aquilo que acontece”, disse Zuckerberg, destacando que tem trabalhado para entender exatamente o que aconteceu para que o problema não se repita.

I want to share an update on the Cambridge Analytica situation — including the steps we've already taken and our next…

Publicado por Mark Zuckerberg em Quarta-feira, 21 de março de 2018

Minds se mostra uma alternativa que usa criptomoedas para monetizar os seus posts

Em contra-partida do Facebook, o CEO e fundador da Minds, Bill Ottman, anunciou que a rede de mídia social Minds está dando o próximo passo para se tornar uma grande força a ser considerada como um advento da liberdade de expressão e da socialização na era digital de hoje em dia. Em um post publicado no dia 28 de dezembro de 2017 , Ottman anunciou que a Minds lançará um serviço de monetização com token de criptomoeda durante 2018.

Ottman explicou …

“Chegando em breve no primeiro trimestre de 2018, ampliaremos nosso sistema de monetização com criptomoedas. O Minds Token será executado em um blockchain distribuído e será imediatamente utilizável em toda a plataforma com o Wire, Boost e nosso sistema de recompensa do usuário.”

“Nosso compromisso é entregar a melhor rede social com tecnologia criptográfica do mundo, e estamos no caminho certo para o lançamento no primeiro trimestre de 2018.”

O post do blog do Minds critica diretamente o Facebook, Twitter e o YouTube.

Todas as três principais redes de mídia social sucumbiram ao que muitos vêem como autoritarismo esquerdista, também conhecido como ideologia da esquerda regressiva.

Facebook, em um ponto, estava censurando e filtrando pontos de vista conservadores. Eles inclusive demitiram funcionários com visões libertárias e conservadoras, mas afirmam que os filtros agora são automatizados por uma IA .

Twitter tem consistentemente censurado conservadores e abertamente usando shadowbanning para grupos de pessoas que eles não gostam.

O Google vem filtrando o YouTube com a altamente censurada política de Conteúdo de Estado Limitado, o que efetivamente torna um vídeo praticamente inacessível.

Essas empresas que cometem traição contra a integridade das liberdades de expressão de indivíduos vêem constantemente se escondendo por trás da mídia progressista e irritou suficientemente as pessoas a ponto de faze-las iniciarem um processo de boicote social. Usuários estão implorando por uma alternativa em grande escala, como o Minds. Infelizmente, o Gab.ai ainda está tentando se firmar, o MeWe é mais do mesmo progressismo do Facebook, mas o Minds parece querer agarrar o ecossistema digital por completo e quer bater de frente com as grandes corporações que atualmente já dominam esse sistema.

Veremos como funciona a fase de experimento da combinação de uma rede social com sistemas de monetização e pagamentos em criptomoedas baseadas em blockchain.

Acesse: Minds.com

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